Argumentação jurídica : técnicas de persuasão e coesão textual
Cleide Maria Martins Teles de Oliveira ; orientador: Luiz Roberto Wagner
Trabalho Acadêmico
Português
TA O46a
São Paulo : O Autor, 2010.
45 p.
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Educação São Luís, como exigência parcial para a conclusão do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Língua Portuguesa, Compreensão e Produção de Textos.
Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) - Faculdade de Educação São Luís, São Paulo, 2010
Este trabalho de conclusão do curso de pós-graduação tem como tema as técnicas de persuasão e coesão textual, levando em conta que a argumentação tem altos e baixos. Existem momentos tópicos da construção de um discurso, em que ideias complexas se combinam para levar o interlocutor a aceitar...
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Este trabalho de conclusão do curso de pós-graduação tem como tema as técnicas de persuasão e coesão textual, levando em conta que a argumentação tem altos e baixos. Existem momentos tópicos da construção de um discurso, em que ideias complexas se combinam para levar o interlocutor a aceitar determinado resultado. Objetivamos com este estudo demonstrar a importância que existe nos argumentos que se encontram e se separam, convergindo para uma mesma conclusão por um mesmo caminho ou por trilhas diversas, dependendo da estratégia do orador. Para abordamos todos esses aspectos mencionados, o trabalho foi dividido em três capítulos. O capítulo 1 intitula-se, ¿Peculiaridades do Texto Escrito¿, onde atribuiremos alguns textos escritos com a qualidade da coesão, permitindo a leitura fluente, com várias condições que devem ser notadas. No capítulo 2, apresentaremos ¿Peculiaridades do Discurso Oral¿, mostrando os pontos onde o discurso oral tem seu estilo próprio, atinente ao estudo da oratória, sem esquecer a sua subjetividade e as argumentações existentes no ramo jurídico. No capítulo 3, discorreremos sobre ¿Argumentação e Criatividade¿, mostrando as possibilidades de construções do discurso que são infinitas, inesgotáveis. Por isso aquele que argumenta não tem nenhuma escusa para deixar de fazer, a cada discurso, uma construção nova e criativa, por mais rígidos que sejam os padrões sociais do auditório ou de leitor a quem apresenta suas ideias. Sempre cabe um novo argumento, um pensamento mais exato em substituição a um antigo que outrora parecia intocável. Argumentar não significa repetir ideias; transformar, porém, pensamentos em valorosos elementos linguísticos é arte do discursante. Cada qual devendo, então, descobrir suas próprias maneiras de utilização das técnicas de apresentação.
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Cleide Maria Martins Teles de Oliveira ; orientador: Luiz Roberto Wagner
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